Teste seus conhecimentos em biologia resolvendo as excelentes questões da primeira fase da IX Olimpíada Brasileira de biologia.
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
IX OBB - Primeira fase
Teste seus conhecimentos em biologia resolvendo as excelentes questões da primeira fase da IX Olimpíada Brasileira de biologia.
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Sistemática filogenética - slides
Confiram a apresentação em powerpoint elaborada pelo meu parceiro Professor Moabe Pina sobre sistemática filogenética em
Evolução biológica humana
Click na imagem abaixo e dê uma olhadinha nos slides apresentados durante a aula sobre evolução biológica humana:
Agora, leia atentamente o texto sobre evolução biológica humana
Como e quando surgiu
o homem? Quais foram as pressões seletivas que induziram mudanças físicas no
homem? Por que passamos a andar em pé? O que nos levou ao descomunal aumento do
cérebro?
O homem
como primata
Como e por que o
homem adquiriu suas características únicas, tão distintas dos outros animais,
pode ser respondido através de dois tipos básicos de fatores seletivos: as
mudanças no meio ambiente e as modificações no comportamento.
As principais mudanças no ambiente foram
provocadas pela criação das cadeias de montanhas no Rift Valley. Essa barreira
natural passou a reter os ventos e nuvens e modificaram o clima no leste da
África há 8 milhões de anos. Enquanto o lado oeste não sofreu grandes mudanças
climáticas e suas florestas tropicais permaneceram abrigando os ancestrais dos
gorilas e chimpanzés, o lado leste caracterizou-se por um aumento gradativo de
aridez nas áreas habitadas pelos hominídeos (ancestrais do homem), causando a
criação de um novo habitat que variava desde as savanas florestadas até as
áreas muito áridas, quase desérticas. A ocupação e sobrevivência nesse novo
habitat forçou as mudanças no comportamento. E diversos fatores intimamente
correlacionados, descritos a seguir, favoreceram e explicam essas modificações
no comportamento.
A Locomoção Bípede
Frequentemente diz-se
que os nossos ancestrais adotaram posição ereta e locomoção bípede quando
passaram da vida arbórea para a vida no chão. Contudo, essa correlação não é
necessária. Nenhum dos outros grandes primatas terrestres adotou o bipedalismo.
Gorilas e chimpanzés andam no chão com as articulações dos dedos e os babuínos
são estritamente quadrúpedes. Como não sabemos exatamente como isso ocorreu, podemos
apenas sugerir que alguma peculiaridade dos ancestrais arborícolas dos hominídeos
primitivos, como braços mais curtos, assim como alguma pré-adaptação anatômica,
tenha favorecido o bipedalismo.
A locomoção bipedal,
em especial nos seus estágios primordiais, deve ter sido uma forma muito
ineficiente de locomoção para um mamífero de quatro membros. Porém, só evoluiu
nessa direção porque fornecia vantagens. E, presumivelmente, suas maiores
vantagens seletivas foram permitir uma melhor visão das redondezas (prevenção
de predadores e visualização de alimento), liberar os membros anteriores para
problemas novos de comportamento (possibilitou um melhor aproveitamento e
utilização das mãos na manipulação de ferramentas e no transporte de alimento)
e diminuir a área do corpo que sofria a incidência da radiação solar em campo
aberto (possibilitou a procura de alimento nos horários mais quentes, quando os
outros animais, especialmente os predadores, estavam inativos).
O início do
bipedalismo se encontra nos primórdios da linhagem hominídea, mas seu
aperfeiçoamento deve ter ocupado a maior parte do tempo subsequente. As
diferenças de pélvis e extremidades posteriores entre os gêneros Australopithecus e Homo mostram que foram necessários cerca de 2 milhões de anos para
aperfeiçoar o bipedalismo.
A Utilização de Ferramentas
Acreditava-se
antigamente que o uso e a fabricação de ferramentas fosse o fator fundamental
para o aumento dramático no tamanho do cérebro no estágio Homo erectus. No entanto, sabe-se hoje que o uso e a confecção de
ferramentas é muito comum no reino animal - os chimpanzés são exímios no uso de
ferramentas e capacitados a adaptar apetrechos naturais aos seus propósitos.
A confecção de ferramentas simples no estágio Australopithecus e Homo habilis aparentemente não provocou uma pressão seletiva forte para o aumento no tamanho do cérebro e não exigiu uma reconstrução mais profunda das extremidades anteriores. As ferramentas só se tornaram cruciais para a evolução humana, com maior significado seletivo, somente na passagem do estágio Homo erectus para Homo sapiens, quando a sobrevivência passou a depender do aumento na capacidade de criar e usar novas e melhores ferramentas de trabalho e de luta.
A confecção de ferramentas simples no estágio Australopithecus e Homo habilis aparentemente não provocou uma pressão seletiva forte para o aumento no tamanho do cérebro e não exigiu uma reconstrução mais profunda das extremidades anteriores. As ferramentas só se tornaram cruciais para a evolução humana, com maior significado seletivo, somente na passagem do estágio Homo erectus para Homo sapiens, quando a sobrevivência passou a depender do aumento na capacidade de criar e usar novas e melhores ferramentas de trabalho e de luta.
O Aumento no Tamanho do Cérebro
O caráter diferencial
mais importante entre o homem e os demais antropoides é certamente o descomunal
aumento do cérebro, acompanhado pelas faculdades permitidas por essa nova massa
encefálica. O aumento dramático de tamanho do cérebro humano no espaço de tempo
compreendido entre 1,3 e 0,3 milhão de anos atrás, ou seja, 1 milhão de anos, é
a modificação evolutiva mais rápida que se tem conhecimento – dos primeiros
macacos hominoides aos primeiros hominídeos, cerca de 12 milhões de anos se
passaram sem grandes aumentos na capacidade endocraniana média.
Qualquer tentativa de
descobrir o que teria sido responsável por este acontecimento evolutivo
dramático é sempre hipotética. Certamente, o responsável foi uma combinação de
pressões seletivas sobre a mudança do homem para uma zona adaptativa
inteiramente nova. Entre os fatores causais, três parecem ter sido
particularmente importantes. Antes de descrevê-los, cabe um esclarecimento
quanto à suposição de que a introdução de uma dieta mais rica em carne
(proteína) foi uma das principais causas do rápido crescimento do cérebro.
Sabemos hoje que uma dieta rica em proteína animal é muito importante para o
desenvolvimento da criança. No entanto, não se pode atribuir a esse fato
tamanha distinção, haja vista que nenhum dos grandes mamíferos carnívoros
evoluiu para um considerável aumento do cérebro simplesmente porque comia
carne. Como será visto adiante, o mais importante foi a mudança na dieta e não
a dieta em si. Em outras palavras, a busca de soluções mais eficientes para a
obtenção da carne (captura da presa) foi mais importante do que comê-la
simplesmente. A dieta mais rica em proteínas pode, isto sim, ser considerada
como um fator adicional concomitante que forneceu as condições nutritivas favoráveis
ao crescimento do cérebro.
A Reconstrução do Crânio
O aumento do tamanho
do cérebro foi o mais importante fator responsável pela reconstrução completa
do crânio. Duas pressões seletivas adicionais também favoreceram esta
reconstrução. Uma foi o deslocamento do suporte do crânio para frente,
resultante da posição ereta. A outra foi a diminuição da pressão seletiva
favorável a mandíbulas fortes e dentes grandes, desnecessários para alimentos
mais macios (mudança na dieta), pré-cortados (ferramentas) ou preparados
(fogo). Tudo isso possibilitou a redução das mandíbulas, dentes e a parte
facial do crânio – com a redução dos músculos faciais e de todas as cristas e
elevações ósseas às quais se prendiam esses músculos – e a simultânea ampliação
da parte cerebral.
O Papel do Comportamento
O comportamento (e
suas mudanças) é uma das mais fortes pressões seletivas no reino animal. A
evolução dos hominídeos foi extremamente rica em transformações: arborícola
para terrestre, dieta vegetariana para aumento da dieta de carne, uso de
ferramentas para confecção de ferramentas, e outras mais. Um dos aspectos mais
significativos do comportamento hominídeo foi o aumento gradual do tempo
dispendido para os cuidados com a prole.
Cuidado com a prole: a instituição dos
cuidados com a prole, marcante em todos os mamíferos, permitiu um decréscimo da
mortalidade ao acaso (acidental). A sobrevivência da prole passou a depender
cada vez mais da qualidade do cuidado dado pelos pais. O aumento do tamanho do
cérebro foi acompanhado por um aumento do tempo de desenvolvimento do filhote
e, consequentemente, um aumento do período durante o qual é necessário o
cuidado materno. Esse desenvolvimento reforça o valor seletivo do cuidado com a
prole e provoca pressão seletiva mais intensa em favor de um aumento do cérebro
dos pais.
O homem
e seus ancestrais
Adaptado
de: http://portaldomeioambiente.org.br/contribuicoes-de-nao-colunistas/3580-origem-e-evolucao-humana.html
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Apresentações sobre evolução
O meu amigo, professor Moabe Pina, elaborou em powerpoint três apresentações sobre evolução, confiram:
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
SEGUNDA LEI DE MENDEL, LINKAGE E MAPEAMENTO DO CROMOSSOMO
1.
(UFPB) Na mosca de fruta (Drosophila melanogaster),
existe um par de alelos que determina o formato da asa (normal ou vestigial) e
outro que determina a cor dos olhos (marrom ou sépia). O cruzamento, entre
moscas puras de asas normais e olhos de cor marrom com moscas puras de asas
vestigiais e olhos de cor sépia, produziu uma geração F1, em que 100% dos
descendentes tinham asas normais e olhos marrons. Um casal de moscas da geração
F1 foi cruzado entre si e produziu:
• 137
moscas de asas normais e olhos de cor marrom.
• 45 moscas
de asas normais e olhos de cor sépia.
• 44 moscas
de asas vestigiais e olhos de cor marrom.
• 15 moscas
de asas vestigiais e olhos de cor sépia.
De acordo com as informações fornecidas, é
correto afirmar que os alelos que determinam o formato da asa e os que
determinam a cor dos olhos das drosófilas estão localizados
a) em um mesmo par de cromossomos e apresentam
ligação completa entre si.
b) em um mesmo par de cromossomos homólogos.
c) no par de cromossomos sexuais.
d) em diferentes pares de cromossomos homólogos.
e) em um dos cromossomos sexuais.
2. (UFPB) Em
ervilhas, a característica caule longo é
condicionada pelo alelo L,
dominante em relação ao alelo l, que condiciona caule curto. A característica cor verde das vagens é condicionada pelo alelo V, dominante em relação ao alelo v, que condiciona cor amarela das vagens. Foi feito um
cruzamento de uma planta duplo homozigótica de caule longo e vagens amarelas
com uma planta, também duplo homozigótica de caule curto e vagens verdes,
originando a geração F1. Indivíduos da geração F1 foram cruzados com plantas
duplo homozigóticas recessivas e produziram a seguinte descendência:
• 170
plantas de caules longos e vagens verdes;
• 169
plantas de caules longos e vagens amarelas;
• 168
plantas de caules curtos e vagens verdes;
• 171
plantas de caules curtos e vagens amarelas.
De acordo com os resultados obtidos nos
cruzamentos, identifique as afirmativas corretas:
I. Os alelos para as duas características em
questão apresentam segregação independente.
II. Os alelos para as duas características em
questão estão localizados em diferentes pares de cromossomos.
III. Na formação dos gametas dos indivíduos parentais
do último cruzamento realizado, ocorreu permutação entre os alelos para altura
do caule e cor da vagem.
IV. As características altura do caule e cor da
vagem são condicionadas por dois pares de alelos que apresentam segregação
independente, o que evidencia um caso de epistasia recessiva.
V. As características altura do caule e cor das
vagens são condicionadas por dois pares de alelos que apresentam segregação
independente, mas que interagem entre si.
3. (Fund. Carlos
Chagas) De acordo com a 2º Lei de Mendel, se dois indivíduos de genótipos TtRrSs forem cruzados, a proporção de descendentes de
genótipos ttRrSS será:
a) 27:64 d) 2:64
b) 9:64 e) 1:64
c) 3:64
4. (OSEC) O
indivíduo de genótipo AaBBCcDdee produz:
a) 2 tipos de
gametas
b) 4 tipos de gametas
c) 6 tipos de
gametas
d) 8 tipos de
gametas
e) 12 tipos de gametas
5. (UGF) Certo tipo de miopia é um caráter
condicionado por um gene recessivo m. A adontia hereditária é determinada por
um gene dominante D. Um homem com adontia e visão normal casa-se com uma mulher
míope e com dentes, tendo o casal um filho míope e com dentes. Se o casal tiver
mais um filho, qual a probabilidade de ele ser homem e normal para ambos os
caracteres?
a) 1/8 d)
1/32
b) ¼ e)
0%
c) 1/16
6. (Unirio) Um indivíduo com o genótipo AaBb produz gametas nas seguintes
proporções: 25% AB, 25% Ab, 25% aB e 25% ab. Outro indivíduo, com o genótipo DdEe, produz gametas nas seguintes
proporções: 50% DE e 50% de. Podemos concluir que:
a) os genes D e E estão ligados e entre eles não ocorre crossing-over.
b) os genes D e E estão ligados e entre eles ocorre crossing-over.
c) os genes D e E segregam-se independentemente e entre eles não ocorre crossing-over.
d) os genes A e B estão ligados e entre eles não ocorre crossing-over.
e) os genes A e B segregam-se independentemente e entre eles ocorre crossing-over.
7. (UFRGS) O esquema abaixo representa determinados genes alelos,
localizados no mesmo par de homólogos:
a) Em I, a frequência de crossing-over é mais
significativa.
b) Em II, é maior a probabilidade de
ligação.
c) Em II, a probabilidade de
recombinação gênica é menor.
d) Em I, a ligação é menos frequente.
e) Em II, a probabilidade de
recombinação é maior.
8. (UFPB) Em
drosófilas, o gene para asas normais O é dominante sobre seu alelo o,
que condiciona asas onduladas. E o gene para cerdas normais D é
dominante sobre seu alelo recessivo d, que condiciona cerdas desfiadas.
Esses dois pares de genes estão no mesmo par de cromossomos homólogos. Do
cruzamento de uma fêmea duplo heterozigota com um macho duplo recessivo,
obtiveram-se 500 descendentes, caracterizados da seguinte maneira:
240 moscas, com asas onduladas e cerdas normais
240 moscas com asas normais e cerdas desfiadas
10 moscas com asas e cerdas normais
10 moscas com asas onduladas e cerdas
desfiadas
a) Qual a posição dos genes citados, nos
cromossomos da mosca fêmea (posição cis ou trans )?
b) Qual a distância entre esses genes?
9. (UFPB) Um
estudante solicitou ao professor de Biologia que o auxiliasse na resolução do seguinte
problema: “Um indivíduo é heterozigoto quanto a dois pares de alelos, Aa e Bb.
Em relação a esses alelos, que tipos de gametas esse indivíduo formará e em que
proporção?” O professor explicou que, para a correta resolução do problema,
faltava, no enunciado, uma informação importante.
a) Qual informação falta ao enunciado do
problema e deve ser acrescentada para possibilitar sua resolução, sem que
seja considerada a segunda lei de Mendel? Justifique sua resposta.
b) Após complementar o enunciado conforme
solicitado no item anterior, apresente as soluções possíveis para o problema,
desconsiderando a possibilidade de ocorrer permutação na divisão meiótica.
10. (UFRJ) Em uma raça de cachorros, a cor do pelo negro é determinada
pelo gene dominante A, enquanto
seu alelo a determina
a cor branca. O tamanho do pelo também é controlado por um par de genes, sendo
o alelo dominante B para
pelo curto e o alelo recessivo b para pelo longo. A tabela a seguir apresenta os fenótipos
dos pais e os fenótipos das respectivas proles, após vários cruzamentos.
a) Os genes para cor e tamanho de pelo
estão no mesmo par de cromossomos? Justifique sua resposta.
b) Quais
são os genótipos mais prováveis dos pais, em cada casal? Justifique sua
resposta.
11. (FEI) Analise os resultados obtidos nos dois cruzamentos abaixo e
responda:
a) Em qual dos dois cruzamentos ocorreu
distribuição independente dos genes, obedecendo à Segunda Lei de Mendel?
b) Qual a frequência de crossing no cruzamento onde
dois pares de genes alelos ocupavam o mesmo par de cromossomos homólogos?
12. (Cesgranrio)
No órgão reprodutor de um animal, há 1000 células em cujos
núcleos estão os cromossomos, como mostra o desenho abaixo. Se em todas as
células ocorre crossing-over entre os genes A e B, e se
cada uma origina 4 gametas, podemos afirmar que:
a) todos os gametas formados conterão
combinações resultantes do crossing.
b) a proporção de gametas com a forma
não crossing seria
maior do que a de gametas com as formas crossing.
c) a ocorrência de crossing não altera a
sequência dos genes nos cromossomos porque só as cromátides-irmãs são
envolvidas.
d) as proporções entre os tipos de
gametas seriam iguais às que ocorrem quando os genes estão em cromossomos
diferentes.
e) não é possível calcular essas
proporções porque os gametas recebem cromossomos ao acaso.
13. (OBB) Em uma espécie de inseto, o
alelo dominante C condiciona olhos marrom-avermelhados e o alelo recessivo c, olhos
vermelho-claro. O alelo dominante V
determina a forma das asas normais e o
alelo recessivo v, asas vestigiais. Sabe-se que os locos para esses dois genes
estão no mesmo cromossomo autossômico a uma distancia de 10 UR (unidades de
recombinação ou centimorgans). Em relação a esses dois genes, considere o
cruzamento de uma fêmea duplo-heterozigótica (fêmea A) com um macho
duplo-homozigótico recessivo. Sabe-se que a mãe da fêmea A é homozigótica
recessiva (cv/cv). Em uma amostra de 1600 indivíduos desse cruzamento,
quantos indivíduos seriam esperados com olhos marrom-avermelhados e asas
vestigiais?
a) 100 d)
80
b) 300 e) 900
c) 160
14. (Fuvest) Em determinada espécie,
os locos dos genes A e B situam-se no mesmo cromossomo. Na meiose de um
indivíduo duplo-heterozigoto AB/ab ocorre permutação entre esses locos em 80%
das células. A porcentagem esperada de gametas Ab que o indivíduo formará é
a) 10% d) 40%
b) 20% e) 80%
c) 30%
15. (UFPB) Em um cromossomo, a distância entre
os locos gênicos A e B é 16 unidades de recombinação. Nessa situação, a
freqüência dos gametas dos tipos AB, ab,
Ab e aB, produzidos pelo indivíduo de genótipo AB//ab, será respectivamente:
INFORMAÇÕES PARA AS QUESTÕES 16 E 17
A alcaptonúria é uma disfunção
extremamente rara do metabolismo humano. Os indivíduos afetados apresentam a
cor da urina vermelho pardacenta devido a uma alteração no metabolismo normal
da fenilalanina. O gene determinante dessa disfunção está localizado no
cromossomo 9, onde também encontramos os genes que determinam os grupos
sangüíneos ABO ( IA; IB; i ).
O
heredograma a seguir foi montado para se estudar a disfunção em uma determinada
família, para a qual o tipo sangüíneo de cada um dos membros está indicado.
16. (PUC-MG) Analisando-se o
heredograma, é possível afirmar, EXCETO:
a) A alcaptonúria é um caráter
determinado por gene autossômico recessivo.
b) O indivíduo 3 pode ter recebido um
gameta recombinante de sua mãe.
c) O indivíduo 6 certamente não
recebeu um gameta recombinante da sua mãe ou do seu pai.
d) A chance de o indivíduo 9 ser
heterozigoto para o caráter alcaptonúria é de 2/3.
17. (PUC-MG) A posição ocupada pelos
alelos que determinam grupo sangüíneo e alcapatonúria, no par de cromossomos 9,
está representada para o indivíduo 7 ao lado do heredograma. A freqüência de
recombinação entre os dois loci gênicos é de 10%. São freqüências esperadas de
descendentes para o cruzamento 6 X 7, EXCETO:
a) 22,5% AB normais. b) 45% de A normais.
c) 50% de afetados. d) 50% B normais ou afetados.
18. (UFPE) Analise as proposições
abaixo, considerando a seguinte situação: Em uma amostra de 100 (cem)
espermatogônias, de um organismo genotipicamente (AB//ab), ocorreu permutação
meiótica entre os locos A e B, em 20 (vinte) espermatogônias, tendo sido
observada uma segregação gamética como ilustrado na figura abaixo.
I. O número de gametas AB deverá ser
idêntico ao de gametas ab.
II. A freqüência de gametas
recombinantes deverá ser igual a de gametas não-recombinantes.
III. Trezentos e sessenta gametas não-
recombinantes são esperados.
IV. Vinte gametas recombinantes são
esperados no caso descrito.
V. A taxa de recombinação no caso
citado é de 10%; logo, os locos A e B distam de 10 unidades de mapa.
19. (UFPE) Dois fenótipos de interesse
econômico, em milho, são determinados, respectivamente, pelos locos A e B,
ambos com dominância completa. Plantas homozigóticas, fenotipicamente (AB),
foram cruzadas com plantas de fenótipo (ab). A F1, fenotipicamente (AB), foi
retrocruzada com o pai duplo-recessivo, obtendo-se uma F2 como mostrado no
quadro. Analise as proposições a seguir quanto à correção.
I. Trata-se de um caso de ligação
gênica. A geração P é genotipicamente (AB//AB) x (ab//ab).
II. Em 60% das células formadoras de
gametas da F1, ocorreu permutação entre os locos A e B.
III. A taxa de recombinação no caso
mostrado é de 30%.
IV Os locos A e B distam entre si de
35 unidades de mapa.
V. Em 35% das células gaméticas da F1
ocorreu recombinação.
20. (PUC-SP) As distâncias entre cinco genes localizados num grupo de
ligação de um determinado organismo estão contidas na figura abaixo.
Identifique o mapeamento correto para tal grupo de ligação:
a) CBADE. d) ABCDE.
b)
EABCD. e)
EDCBA.
c) DEABC.
GABARITO:
1D;
2VVFFF;
3D;
4D;
5A;
6A;
7E;
8 a) trans,
b) 4M;
9 a) Se há ou não permutação,
b) posição cis = gametas AB (50%) e ab (50%), posição trans= gametas Ab (50%) e aB (50%);
10 a) Não, pois as proporções obtidas na descendência do cruzamento 1 (9:3:3:1) estão conforme a segunda lei de Mendel.
b)1 - AaBb x AaBb, 2 - aaBb x aaBb
11 a) cruzamento 1
b) 20%
12D;
13D;
14B;
15C;
16C;
17B;
18VFVFV
19VVVFF
20C
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