Pessoal,
Conforme o combinado, disponibilizo os slides sobre as regiões fitogeográficas brasileiras: BIOMAS BRASILEIROS.
quarta-feira, 5 de março de 2014
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Aquecimento global, degelo, toxoplasmose e ficção científica
O título longo do post cita os elementos mais importantes na notícia que acabei de ler. Caramba! O aquecimento global acelerado que já derreteu 75% do Ártico "liberou" um parasita, o Sarcocystis pinnipedia, que já matou centenas de focas. Esse protozoário estava sequestrado no gelo e voltou a atividade com a destruição de sua prisão. Como se isso não bastasse, o aquecimento das águas destrói a barreira congelada natural que protege os organismos dessa região e favorece a imigração de parasitas como o Toxoplasma, que já foi encontrado em belugas. Digam-me. Dá ou não uma trama para um filme de ficção científica e terror?
Veja mais em: http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/2014/02/grande-degelo-do-artico-abre-caminho-a-perigosa-migracao-microbiana.shtml
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
CÉLULAS-TRONCO
Incomodam-me profundamente os erros nas definições de células-tronco insistentemente cometidos em artigos de jornais, em revistas e na televisão. A mídia de massa se preocupa apenas com a polêmica sobre as células-tronco embrionárias e esquece de primeiro caracterizá-las de modo claro e imparcial. Confundem-se células totipotentes com pluripotentes (é fato que a diferença não é grande...) ao mesmo tempo que se usa a pluripotência como sinônimo de multipotência para esse grupo de células (um erro crasso). Devemos esclarecer o são realmente células-tronco totipotentes, pluripotentes e multipotentes, definindo de modo objetivo o que são e onde podemos encontrar células-tronco embrionárias e adultas. Aproveitem. Para um aprendizado mais proveitoso, recomendo a leitura de um artigo da Ciência Hoje, "Células-tronco: a medicina do futuro".
O vídeo abaixo sobre o tema é bem didático (mas em inglês):
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
O bafo da Amazônia
O bafo da Amazônia: em um ano seco, a floresta emite tanto CO2 quanto o Brasil inteiro. Para mais informações leia http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cienciasaude/150951-falta-de-chuva-faz-floresta-realimentar-efeito-estufa.shtml
DOGMA CENTRAL DA BIOLOGIA
O fluxo da informação nas células, desde as bactérias até os seres humanos, obedece a um sentido bem definido:

Considerando a atividade viral na célula, poderíamos acrescentar algumas outras vias da informação genética na célula:
Nos eucariotos, ainda devemos reconhecer outra variação para a rota da informação genética resultante do processamento do mRNA (splicing):

No gene do eucarioto existem porções não codificantes chamadas íntrons (sequências intervenientes), as partes que participarão da tradução são os éxons (sequências codificadoras). No splicing, os íntrons são retirados do transcrito primário e os éxons são reagrupados formando o mRNA maduro, que participará da tradução. Esse mecanismo permite a formação de proteínas diferentes a partir de um mesmo transcrito primário (pré-RNA) graças a formas variadas de juntar os éxons, em evento denominado splicing alternativo.
O splicing alternativo ajuda a justificar a imensa diversidade de proteínas que temos mesmo existindo um número limitado de genes (cerca de 30 mil genes).

Agora, assista aos vídeos sobre os mecanismos relacionados ao dogma central da biologia molecular:
REPLICAÇÃO
TRANSCRIÇÃO
TRADUÇÃO
SPLICING
Chegou a hora de testar seus conhecimentos sobre genética molecular resolvendo testes de vestibulares de 2010:
Lista de exercícios
Gabarito:
1) D
2) C
3) C
4) D
5) A
6) D
7) A
8) E
9) D
10) A
Bibliografia:
Alberts, B. et al. Biologia Molecular da célula. Porto Alegre: Artmed, 2006.

Considerando a atividade viral na célula, poderíamos acrescentar algumas outras vias da informação genética na célula:
Nos eucariotos, ainda devemos reconhecer outra variação para a rota da informação genética resultante do processamento do mRNA (splicing):

No gene do eucarioto existem porções não codificantes chamadas íntrons (sequências intervenientes), as partes que participarão da tradução são os éxons (sequências codificadoras). No splicing, os íntrons são retirados do transcrito primário e os éxons são reagrupados formando o mRNA maduro, que participará da tradução. Esse mecanismo permite a formação de proteínas diferentes a partir de um mesmo transcrito primário (pré-RNA) graças a formas variadas de juntar os éxons, em evento denominado splicing alternativo.
O splicing alternativo ajuda a justificar a imensa diversidade de proteínas que temos mesmo existindo um número limitado de genes (cerca de 30 mil genes).

Agora, assista aos vídeos sobre os mecanismos relacionados ao dogma central da biologia molecular:
REPLICAÇÃO
TRANSCRIÇÃO
TRADUÇÃO
SPLICING
Chegou a hora de testar seus conhecimentos sobre genética molecular resolvendo testes de vestibulares de 2010:
Gabarito:
1) D
2) C
3) C
4) D
5) A
6) D
7) A
8) E
9) D
10) A
Bibliografia:
Alberts, B. et al. Biologia Molecular da célula. Porto Alegre: Artmed, 2006.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Aquecimento Global
E ainda tem gente que duvida da ação antrópica nas mudanças climáticas observadas nas últimas décadas. Para não ser incluído nesse bando se informe. Veja o que diz o IPCC (Painel intergovernamental de mudanças climáticas) clicando na charge abaixo
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