A doença neurodegenerativa de Tay-Sachs é genética autossômica recessiva caracterizada pelo acúmulo de gangliosídeo GM2 nas células neuronais. Esse acúmulo gangliosídico deve-se a um defeito na enzima hexosaminidase A (Hex A) dos lisossomos, decorrente de mutações no seu gene codificador, o gene HEXA, prevalente entre os judeus Ashkenazi. Sem a Hex A, o GM2 não é digerido, acumulando-se nos neurônios provocando a degeneração do tecido nervoso. Confira a imagem abaixo:
quarta-feira, 10 de abril de 2013
sábado, 6 de abril de 2013
Lista sobre sucessão ecológica
1. (UFSC) Quando um pedaço de floresta é destruído pelo fogo e
o local fica abandonado, a mata pode se reconstituir dentro de algumas décadas.
Com relação a este assunto, assinale a(s) proposição(ões) correta(s).
I II
0 0 – Exemplos de plantas pioneiras são as bromélias
epífitas.
1 1 – Comunidades pioneiras colonizam a área e são
sucedidas por outras.
2 2 – O solo descoberto recebe sol direto e se torna
mais seco, favorecendo a germinação das sementes das árvores nativas que
eventualmente tenham permanecido no local após o incêndio.
3 3 – Apesar dos danos à vegetação, a fauna sofre
pouco nestas condições, uma vez que os animais têm uma alta capacidade de
dispersão.
4 4 – No estágio em que predominam plantas arbustivas,
o solo passa a reter mais umidade, favorecendo a germinação de sementes de
plantas arbóreas.
2. (UPE) Na sucessão ecológica, existe uma sequência
ordenada e gradual de populações, que se instalam em determinado ambiente.
ROCHA NUA → LIQUENS → MUSGOS → ERVAS → ARBUSTOS → ÁRVORES
Após observar o esquema da sucessão ilustrado acima, analise
as cinco afirmações a seguir e conclua.
I II
0 0 – Os líquens podem ser considerados
facilitadores do processo de sucessão, pois eles vão gradualmente agregando
matéria orgânica e melhorando as condições ambientais. São organismos
pioneiros.
1 1 – A sucessão ilustrada acima é do tipo primária,
caracterizada por sua maior rapidez em atingir o máximo de desenvolvimento e
estabilidade, em comparação à sucessão secundária de um campo de cultivo
abandonado.
2 2 – À medida que evolui o processo de sucessão
ecológica, aumenta a biodiversidade, enquanto diminui a biomassa do ecossistema
em formação.
3 3 – A sucessão que acontece nas dunas
recém-formadas, pela ação constante dos ventos em regiões do litoral,
representa sucessão secundária, e seu estágio de comunidade clímax sofre
alterações estruturais constantes.
4 4 – O surgimento de novos nichos ecológicos, durante
a sucessão ecológica, resulta em aumento da biodiversidade na comunidade.
3. (UEPG) Os ecossistemas naturais estão em constante
modificação. Como se fossem um organismo vivo, eles passam por vários estágios,
desde a juventude até a maturidade. Sucessão ecológica é o nome que se dá a
essa série de mudanças nas comunidades que compõem o ecossistema. A respeito
desse fenômeno, assinale o que for correto.
I II
0 0 – Nas sucessões, o estágio inicial de povoamento,
em que surgem as espécies pioneiras, é chamado de seres.
1 1 – As comunidades que se instalam, uma após a
outra, em sequência, chamamos ecese.
2 2 – A comunidade que existe num dado momento
“prepara o terreno”, permitindo que outra comunidade se estabeleça. As diversas
comunidades se sucedem, até que se atinja um estágio de relativa estabilidade e
equilíbrio, que se instala de forma “permanente”.
3 3 – Quando a comunidade atinge a maturidade e se
torna estável, ela é chamada de comunidade clímax, e apresenta grande
diversidade de espécies e de nichos ecológicos.
4 4 – São alguns eventos observados ao longo da
sucessão: mudança repentina inicial tendendo a diminuir lentamente, aumento de
tamanho dos indivíduos, diminuição da biomassa total, taxa de fotossíntese
proporcional à taxa de respiração da comunidade, diminuição da conservação dos
nutrientes no ecossistema.
4. (UFPB) Com o passar dos anos, observa-se que os diferentes
ambientes sofrem modificações, ocasionadas tanto por fenômenos naturais como
pela interferência humana. A esse processo denomina-se sucessão ecológica. A
figura a seguir representa o esquema de uma sucessão ecológica:
AMABIS E MARTHO. Biologia das Populações.
v3. São Paulo: Ed. Moderna, 2005, p. 389.
Com base na figura e nos conhecimentos acerca desse
processo, é correto afirmar:
a) A comunidade que se estabelece, ao final da sucessão
ecológica, é a mais estável possível.
b) As espécies que iniciam o processo de sucessão ecológica
são denominadas espécies clímax.
c) A diversidade de espécies da comunidade que se estabelece
é mantida.
d) As relações ecológicas entre as espécies que se
estabelecem diminuem.
e) As mudanças que ocorrem na população não alteram o ambiente.
5. (UFSCar) A figura abaixo ilustra um processo de
transformação ambiental, que ocorre de forma gradual e contínua em uma
determinada região. A colonização dessa região inicia-se com organismos
pioneiros até atingir um estágio de equilíbrio entre a comunidade biológica e o
ambiente.
(www.acervoescolar.com.br)
O processo de transformação descrito é chamado de:
a) Especiação.
b) Sucessão ecológica.
c) Evolução biológica.
d) Convergência adaptativa.
e) Diversificação de espécies.
6. (UNICENTRO) O gráfico que indica como a biomassa varia
no processo de uma sucessão ecológica é:
7. (UEM) Sobre ecossistemas e sucessão ecológica, analise as
alternativas e assinale o que for correto.
I II
0 0 – Nos ecossistemas onde os fatores abióticos são
adequados e disponíveis, verifica-se maior número de espécies, como ocorre nas
faixas litorâneas, estuários de rios e nas florestas pluviais.
1 1 – O aparecimento de novos nichos durante a
sucessão ecológica leva ao aumento da biodiversidade, diminuindo a biomassa do
ecossistema em sucessão.
2 2 – Uma elevada diversidade de espécies torna o
ecossistema mais complexo, com maior número de nichos ecológicos, garantindo o
equilíbrio da comunidade clímax, diminuindo a probabilidade de ocorrer mudanças
drásticas.
3 3 – As queimadas, comuns na estação seca em diversas
regiões brasileiras, podem provocar a destruição da vegetação natural, e na
sequência ocorre o processo denominado sucessão primária.
4 4 – No ambiente marinho, as comunidades são
divididas em três grandes grupos: plâncton, nécton e bentos, de acordo com a
capacidade de movimentação dos organismos e os locais que ocupam.
8. (UDESC) A sucessão ecológica numa região desabitada
pode ser esquematizada do seguinte modo:
Sobre este esquema, analise as proposições abaixo.
I. As sucessões primárias ocorrem em locais onde não há vida
(rocha nua, por exemplo).
II. As sucessões secundárias correspondem a uma
recolonização de uma região previamente habitada (um campo de cultura
abandonado, por exemplo).
III. Ao longo da sucessão há um aumento da biomassa, da
diversidade de espécies e da complexidade das teias alimentares, o que pode
estar relacionado à maior estabilidade da comunidade clímax, tornando-a, por
exemplo, mais resistente ao ataque de pragas.
Assinale a alternativa correta.
a) Somente a afirmativa II é verdadeira.
b) Somente as afirmativas I e III são
verdadeiras.
c) Somente a afirmativa I é verdadeira.
d) Somente as afirmativas II e III são
verdadeiras.
e) Todas as afirmativas são verdadeiras.
9. (UEPB) Observe a sequência dos organismos abaixo:
1. Musgos, samambaias, microrganismos.
2. Arbustos, gramíneas, insetos, lagartos, microrganismos.
3. Árvores frutíferas, liquens e musgos, insetos, aves,
mamíferos, cobras, lagartos, microrganismos.
4. Liquens e microrganismos.
Considerando o processo de sucessão ecológica primária, a
sequência correta dos estágios de surgimentos das comunidades é:
a) 3, 2, 1, 4.
b) 1, 4, 2, 3.
c) 4, 1, 2, 3.
d) 1, 2, 3, 4.
e) 4, 1, 3, 2.
10. (UFPB) A sucessão ecológica refere-se a uma sequência de
mudanças estruturais e funcionais que ocorrem na comunidade, que, em muitos
casos, seguem padrões definidos. Acerca da sucessão ecológica,
identifique as proposições verdadeiras:
I II
0 0 – As gramíneas e os líquens são organismos
pioneiros.
1 1 – A sucessão primária é aquela que ocorre logo após a
queimada em um ambiente florestal.
2 2 – A biodiversidade, a biomassa e as condições
microclimáticas geralmente se estabilizam, quando a comunidade aproxima-se do
clímax.
3 3 – A homeostase aumenta à medida que a comunidade
tende a se estabilizar.
4 4 – As espécies de pequeno porte e crescimento rápido
ocorrem no início da sucessão primária, enquanto que as árvores e os arbustos
de crescimento lento predominam no início da sucessão secundária.
Gabaritos: 1FVFFV, 2VFFFV, 3FFVVF, 4A, 5B, 6A, 7VFVFV, 8E, 9C, 10VFVVF.
Problemas de saúde
DESNUTRIÇÃO
Clinicamente,
desnutrição é caracterizada por ingestão inadequada de alimentos. As pessoas
são desnutridas se são incapazes de utilizar totalmente o alimento que comem,
por exemplo, devido à diarréia ou outras doenças (desnutrição secundária), se
eles consomem muitas calorias (supernutrição), ou se sua dieta não fornecer
quantidade adequada de calorias e proteínas para crescimento e manutenção
(subnutrição ou desnutrição energético-protéica).
A
desnutrição em todas as suas formas, aumenta o risco de doença e morte
prematura. Desnutrição
protéico-energética, por exemplo, desempenha um papel importante na metade de
todas as mortes de menores de cinco a cada ano nos países em desenvolvimento
(OMS, 2000). Formas graves de
desnutrição incluem:
·
Marasmo, desnutrição protéica e calórica crônica, com redução de
músculo, gordura e outros tecidos.
·
Kwashiorkor
(doença do desmame), caracterizada por severa deficiência de proteína. As
crianças afetadas apresentam retardo mental, apatia extrema, edema generalizado
sob a pele, e menor resistência contra infecções.
·
Cretinismo, com danos cerebrais irreversíveis devido à deficiência
de iodo.
·
Cegueira e aumento do risco de infecção e morte por deficiência de
vitamina A.
O estado nutricional está
comprometido também, quando as pessoas estão expostas a altos níveis de
infecção devido à fonte de água imprópria e/ou insuficiente. Na desnutrição secundária, pessoas que
sofrem de diarréia não irão se beneficiar plenamente da comida, porque fezes
freqüentes impedem a absorção adequada de nutrientes.
Fonte:
http://www.who.int/water_sanitation_health/diseases/malnutrition/en/ (Adaptado)
OBESIDADE
A epidemia global de sobrepeso
e obesidade - "globesidade" - está rapidamente se tornando um
problema de saúde pública em muitas partes do mundo. Paradoxalmente
coexistindo com a desnutrição nos países em desenvolvimento, a crescente
prevalência de sobrepeso e obesidade está associada com doenças crônicas,
incluindo diabetes mellitus, doenças
cardiovasculares, hipertensão, acidente vascular cerebral e certos tipos de
câncer.
O sobrepeso e a obesidade são
definidos como acúmulo anormal ou excessivo de gordura que pode ser prejudicial
à saúde.
O índice de massa corporal
(IMC) é um indicador simples da relação entre peso e altura, que é comumente
usado para identificar sobrepeso e obesidade em adultos. É calculado
dividindo o peso de uma pessoa em quilos pelo quadrado da sua altura em metros
(kg/ m2).
A definição da OMS é como se segue:
·
Um IMC igual ou acima de 25 determina sobrepeso.
·
Um IMC igual ou superior a 30 determina obesidade.
A
causa básica de sobrepeso e obesidade é um desequilíbrio energético entre as
calorias consumidas e gastas:
· aumento da ingestão
de alimentos com energia densa que são ricos em gordura, sal e açúcares, mas
pobres em vitaminas, minerais e outros micronutrientes, e
· uma diminuição da
atividade física como um resultado de natureza cada vez mais sedentária de
muitas formas de trabalho, novos modos de viagens e urbanização crescente.
Sobrepeso
e obesidade e as doenças associadas não-transmissíveis são evitáveis.
No nível
individual, as pessoas podem:
·
limitar
o consumo de energia da gordura total;
·
aumentar
o consumo de frutas e verduras, e legumes, grãos integrais e nozes;
·
limitar
a ingestão de açúcares;
·
atividade
física regular, e
·
alcançar
um equilíbrio e um peso saudável.
A
responsabilidade individual só pode ser totalmente eficaz quando as pessoas têm
acesso a um estilo de vida saudável. Portanto, em termos sociais é
importante:
·
para
apoiar as pessoas na execução das recomendações acima, através de um
compromisso político sustentável e a colaboração de vários agentes públicos e
privados, e
·
se a
atividade física regular e hábitos alimentares saudáveis são facilmente
acessíveis e disponíveis a todos, especialmente os mais pobres.
A
indústria de alimentos pode desempenhar um papel importante na promoção da
alimentação saudável:
·
redução
da gordura, açúcar e sal nos alimentos processados;
·
garantir
que todos os consumidores podem acesso físico e econômico a alimentos saudáveis
e nutritivos;
·
implementação
de marketing responsável e
·
assegurar
a disponibilidade de alimentos saudáveis e apoiar a prática regular de
atividade física no local de trabalho.
Fonte: http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs311/en/index.html
(Adaptado)
DIABETES MELLITUS
Controle da glicemia:
Quadro de hiperglicemia no
sangue resultante de uma disfunção na absorção de glicose por nossas células.
a) Diabetes mellitus tipo 1 (juvenil) – o nosso sistema imunitário destrói
as células beta das Ilhas pancreáticas, responsáveis pela fabricação da
insulina, portanto, seus portadores são insulino-dependentes.
b) Diabetes mellitus tipo 2 (tardia) – trata-se de uma resistência a
insulina, as células do corpo tem uma quantidade insuficiente de receptores
para insulina. Não necessariamente é insulino-dependente.
Sintomas: poliúria;
aumento do apetite; alterações visuais; impotência sexual; infecções fúngicas
na pele e nas unhas; feridas, especialmente nos membros inferiores, que demoram
a cicatrizar; neuropatias diabéticas provocada pelo comprometimento das
terminações nervosas; distúrbios cardíacos e renais.
Fatores de risco: obesidade
(inclusive a obesidade infantil); Hereditariedade; Falta de atividade física
regular; Hipertensão; Níveis altos de colesterol e triglicérides; Medicamentos,
como os à base de cortisona; Idade acima dos 40 anos (para o diabetes tipo II);
Estresse emocional.
Fonte: http://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/diabetes/diabetes/
ESTRESSE
O estresse é tido como um fator de risco para inúmeras patologias que
afligem as sociedades humanas, como patologias cardiovasculares
(arteriosclerose, derrame), metabólicas (diabetes insulino-resistente ou tipo
2), gastrointestinais (úlceras, colite), distúrbios do crescimento (nanismo
psicogênico, aumento do risco de osteoporose), reprodutivas (impotência,
amenorréia, aborto espontâneo), infecciosas (herpes labial, gripes e
resfriados), reumáticas (lupus, artrite reumatóide), câncer e depressão.
De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o estresse
afeta mais de 90% da população mundial e é considerado uma epidemia global. Na
verdade, sequer é uma doença em si: é uma forma de adaptação e proteção do
corpo contra agentes externos ou internos.
Os agentes estressores podem ser sensoriais ou físicos, como subir
escadas, correr uma maratona, sofrer mudanças de temperatura, fazer vôo livre etc.
Já o estresse psicológico acontece quando o sistema nervoso central é ativado
através de mecanismos puramente cognitivos, como brigar com o cônjuge, falar em
público, vivenciar luto, mudar de residência etc. Um terceiro tipo de estressor
pode ainda ser considerado: as infecções.
A reação do organismo aos agentes estressores pode ser dividida em três
estágios. No primeiro estágio
(alarme), o corpo reconhece o estressor e ativa o sistema
neuroendócrino.
Inicialmente há envolvimento do hipotálamo, que ativa o sistema nervoso
autônomo, em sua porção simpática. O hipotálamo também secreta alguns
neurotransmissores, como dopamina, noradrenalina e fator liberador de
corticotrofina. Esse último estimula a liberação de hormônio
adrenocorticotrófico (ACTH) pela hipófise, que também aumenta a produção de
outros hormônios, tais como ADH, prolactina, hormônio somatotrófico (STH ou GH
- hormônio de crescimento), hormônio tireotrófico (TSH).
O ACTH estimula as glândulas suprarrenais a secretarem corticóides e
adrenalina. As glândulas adrenais passam então a produzir e liberar os
hormônios do estresse (adrenalina e cortisol), que aceleram o batimento
cardíaco, dilatam as pupilas, aumentam a sudorese e os níveis de açúcar no
sangue, reduzem a digestão (e ainda o crescimento e o interesse pelo sexo),
contraem o baço (que expulsa mais hemácias para a circulação sangüínea, o que
amplia a oxigenação dos tecidos) e causa imunodepressão (redução das defesas do
organismo). A função dessa resposta fisiológica é preparar o organismo para a
ação, que pode ser de “luta” ou “fuga”.
Nessa fase também pode ocorrer tento uma inibição quanto um aumento desmedido
de hormônios gonadotróficos.
No segundo estágio,
(adaptação), o organismo repara os danos causados pela reação de alarme,
reduzindo os níveis hormonais. No entanto, se o agente ou estímulo estressor
continua, o terceiro estágio
(exaustão) começa e pode provocar o surgimento de uma doença
associada à condição estressante, pois nesse estágio começam a falhar os
mecanismos de adaptação e ocorre déficit das reservas de energia.
Fonte: http://www.afh.bio.br/endocrino/endocrino3.asp (Adaptado)
HIPERTENSÃO ARTERIAL
Hipertensão
arterial é a pressão arterial acima de 140x90 mmHg (milímetros de mercúrio) em
adultos com mais de 18 anos, medida em repouso de quinze minutos e confirmada
em três vezes consecutivas e em várias visitas médicas.
·
No sistema nervoso central podem ocorrer infartos, hemorragia e
encefalopatia hipertensiva.
|
·
No coração, pode ocorrer cardiopatia isquêmica (angina), insuficiência
cardíaca, aumento do coração e, em alguns casos, morte súbita.
|
·
Nos pacientes com insuficiência renal crônica associada sempre ocorre
nefroesclerose.
|
·
No sistema vascular, pode ocorrer entupimentos e obstruções das
artérias carótidas, aneurisma de aorta e doença vascular periférica dos
membros inferiores.
|
·
No sistema visual, há retinopatia que reduz muito a visão dos
pacientes.
|
Fonte:
http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?244 (Adaptado)
INFARTO DO MIOCÁRDIO
O infarto é
definido como uma lesão isquêmica do músculo cardíaco (miocárdio), que deve-se
à falta de oxigênio e nutrientes. Os vasos sangüíneos que
irrigam o miocárdio (artérias coronárias) podem
apresentar depósito de gordura e
cálcio, levando a uma obstrução e comprometendo a irrigação do coração. As
placas de gordura localizadas no interior das artérias
podem sofrer uma fissura causada
por motivos desconhecidos, formando um coágulo que obstrui a artéria e deixa parte do coração sem suprimento desangue.
É assim que ocorre o infarto do miocárdio. Esta situação vai levar à morte
celular (necrose), a qual desencadeia uma reação
inflamatória local.
Fonte:
http://www.abc.med.br/p/22385/infarto+do+miocardio.htm
quarta-feira, 13 de março de 2013
Impactos ambientais e biologia da conservação
Considera-se impacto ambiental
qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio
ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das
atividades humanas que, direta ou indiretamente, afetam a saúde, a segurança e
o bem-estar da população; as atividades sociais e econômicas; a biota, as
condições estéticas e sanitárias do meio ambiente; a qualidade dos recursos
ambientais.
Fonte: Marini-Filho, O. J. & Martins, R. P. Teoria de metapopulações. Ciência Hoje,vol. 27, 166, p. 22-29.
3. A complexidade ecológica é positiva:
A coevolução é um fenômeno ecológico que Só acontece na natureza, dentro de um ecossistema onde comunidades de animais ou plantas interagem de tal forma em relações de predador-presa, parasitismo, ou simbiose, que as obriga a evoluir, ou co-evoluir, formando novas espécies.
4. A evolução é positiva:
A adaptação evolutiva é um
processo que muitas vezes leva a formação de novas espécies aumentando assim a
diversidade biológica. Porém, devido ao desequilíbrio causado pelo homem,
sobretudo com a redução significativa de muitas populações e dos próprios
biomas onde estas comunidades estão inseridas, esta capacidade evolutiva acaba
sendo prejudicada.
5. A diversidade biológica tem valor em si:
Independente do valor econômico que o homem possa dar a algumas espécies, o verdadeiro valor de qualquer espécie está na sua própria existência, na história evolutiva e na sua função ecológica que ocupa.
POLUIÇÃO DO AR
a) Aquecimento global
A – A radiação solar atravessa a
atmosfera.
B – Parte da radiação é refletida
para o espaço.
C – Parte da radiação infravermelha
é retida na atmosfera por gases estufa.
Os principais gases que atuam como estufa são o dióxido de carbono, o
metano, vapor de água e óxido de nitrogênio.
b) Destruição da camada de Ozônio
A presença de ozônio na atmosfera é
de extrema importância para a humanidade, pelo papel que exerce de filtro das
radiações ultravioletas, as quais, úteis em determinada intensidade, são
nocivas em intensidades maiores. A nocividade das radiações ultravioletas está
ligada a doenças como o câncer de pele e as alterações genéticas, por induzirem
mutações indesejáveis.
A camada de ozônio vem sendo
progressivamente destruída, principalmente por ação de um gás conhecido por clorofluorcarbono, também designado por
suas iniciais, CFC. O clorofluorcarbono é utilizado em sprays
(aerossóis), condicionadores de ar, geladeiras, espuma plástica, componentes
eletrônicos e outros produtos.
c) Monóxido de carbono
O Monóxido de Carbono (CO) é
um gás inflamável, inodoro e muito perigoso devido à sua grande toxicidade. É
produzido pela queima em condições de pouco oxigênio (combustão incompleta)
e/ou alta temperatura de carvão ou outros materiais ricos em carbono, como
derivados de petróleo. O CO forma com a hemoglobina do sangue um composto mais
estável (carboxiemoglobina) do que ela e o oxigênio, podendo levar a morte por
asfixia. A exposição a doses relativamente elevadas em pessoas saudáveis pode
provocar problemas de visão, redução da capacidade de trabalho, redução da
destreza manual, diminuição da capacidade de aprendizagem, dificuldade na
resolução de tarefas complexas ou mesmo matar.
d) Inversão térmica
Nas metrópoles, nos meses mais
frios, pode se formar uma camada de ar quente logo acima da superfície que
impede a dissipação dos poluentes por meio das correntes de convecção. Com
isso, gases tóxicos eliminados na atividade industrial e pelo escapamentos dos
automóveis não se dispersam e acabam promovendo problemas respiratórios na
população.
e) Chuva ácida
A queima de carvão e de
combustíveis fósseis e os poluentes industriais lançam dióxido de enxofre e de
nitrogênio na atmosfera. Esses gases se combinam com o hidrogênio presente na
atmosfera sob a forma de vapor de água. O resultado são as chuvas ácidas. As
águas da chuva, assim como a geada, neve e neblina, ficam carregadas de ácido
sulfúrico ou ácido nítrico. Ao caírem na superfície, alteram a composição
química do solo e das águas, atingem as cadeias alimentares, destroem florestas
e lavouras, atacam estruturas metálicas, monumentos e edificações.
EUTROFIZAÇÃO
Enriquecimento das águas
superficiais por compostos nutrientes, em particular os nitrogenados e
fosforados, que levam a um grande crescimento de algas e outras espécies
vegetais aquáticas. A morte e apodrecimento desta flora aquática provocam um
grande consumo do oxigênio dissolvido no corpo de água, levando à morte os
animais por asfixia. As principais fontes de efluentes e produtos que provocam
a eutrofização são: esgotos humanos; fezes de animais domésticos, em particular
bovino, suíno; fertilizantes; efluentes de certas indústrias, em especial,
papel e pasta de celulose; destilarias para a produção de álcool e bebidas
alcoólicas; abatedouro e processamento de produtos de origem animal, produção
de açúcar, curtumes, entre outras.
DERRAMAMENTO DE PETRÓLEO
A poluição do petróleo pode ser causada por qualquer
derramamento de petróleo bruto ou de seus produtos refinados. Os maiores e mais
danosos eventos poluidores usualmente envolvem derramamentos de petróleo ou
pesados combustíveis de tanques sem capacidade ou plataformas furadas no mar,
de navios ou embarcações ou explosões de poços ou de oleodutos danificados na
terra.
Essa
enorme mancha de petróleo fica na superfície da água, de modo que bloqueia a
passagem de luz, impedindo também as trocas de gases entre a água e o ar. Os
mais afetados pelo derramamento são os animais aquáticos, pois a substância
impregna em seu corpo, principalmente nas brânquias dos peixes, chegando a
matá-los por intoxicação ou por asfixia. As aves também são prejudicadas também,
pois o petróleo cobre suas penas e então, a ave não consegue voar e fazer a
termorregulação, e acabam morrendo. Assim acontece com os mamíferos. Os
derramamentos que acontecem em manguezais são gravíssimos, pois além de atingir
as árvores e os animais, acabam com a área de procriação de algumas espécies
marinhas.
POLUIÇÃO TÉRMICA DA
ÁGUA
Em geral, decorre do lançamento,
nos rios, da água aquecida usada no processo de refrigeração de refinarias,
siderúrgicas e usinas termoelétricas. O aumento da temperatura da água eleva a
difusão de O2 para a atmosfera, diminuindo o teor desse gás na água.
Para os seres vivos, os efeitos da temperatura dizem respeito à aceleração do
metabolismo, ou seja, das atividades químicas que ocorrem nas células. A
aceleração do metabolismo provoca aumento da necessidade de oxigênio e, por
conseguinte, na aceleração do ritmo respiratório. Por outro lado, tais
necessidades respiratórias ficam comprometidas, porque a hemoglobina tem pouca
afinidade com o oxigênio aquecido. Combinada e reforçada com outras formas de
poluição ela pode empobrecer o ambiente de forma imprevisível.
LIXO
Na linguagem técnica, é sinônimo de resíduos sólidos e é
representado por materiais descartados pelas atividades humanas. O lixo pode
ser destinado para um aterro sanitário, incineração, compostagem, reutilização
e reciclagem. Uma forma de diminuir a produção de lixo seria seguir os 3
Rs da ecologia: Reciclar, reutilizar e reduzir o consumo.
Excesso de elementos ligados à comunicação
visual (como cartazes, anúncios, propagandas, banners, totens, placas, etc)
dispostos em ambientes urbanos, especialmente em centros comerciais e de
serviços. Acredita-se que, além de promover o desconforto espacial e visual
daqueles que transitam por estes locais, este excesso enfeia as cidades
modernas, desvalorizando-as e tornando-as apenas um espaço de promoção do
fetiche e das trocas comerciais capitalistas
POLUIÇÃO SONORA
O ruído excessivo pode provocar
desde o estresse até a perda auditiva, até mesmo causar surdez, quando há
exposição exagerada acima de 85 decibéis, nos seres humanos. No ambiente
natural, atrapalha a atividade reprodutiva de muitas espécies e também estressa
os animais.
MAGNIFICAÇÃO TRÓFICA OU
BIOACUMULAÇÃO
Poluentes não biodegradáveis, como
o DDT (Dicloro-Difenil-Tricloroetano) e o mercúrio, acumulam-se nas cadeias alimentares na medida
em que se aumenta o nível trófico.
RADIOATIVIDADE
Os elementos radioativos causam
mutações no DNA e podem gerar vários problemas de saúde. Os efeitos da radiação são classificados como agudos ou
crônicos. Os crônicos se manifestam ao longo de anos após uma exposição não
direta mas significativa de radiação. Já os agudos são imediatos. Os efeitos
agudos variam de queimaduras nas mucosas até alterações na produção do sangue,
com rompimento das plaquetas e queda na resistência imunológica. Com a
exposição freqüente, aparecem problemas crônicos, como câncer de pulmão, de
pele, de ossos ou de sangue (leucemia), problemas na tireóide e esterilidade.
As alterações no DNA das células podem se estender por gerações, já que as
células reprodutoras são muito sensíveis e especialmente afetadas pela
radiação.
O que é biologia da conservação?
A biologia da conservação
tem como objetivo manter a diversidade biológica do planeta. Esse campo da
biologia abrange outras áreas do conhecimento ligadas à vida silvestre, como a
administração de áreas naturais protegidas e o estudo das relações da fauna e
da flora com populações humanas. Por seu interesse em preservar a maior
diversidade de organismos pelo maior tempo possível, a biologia da conservação
contrapõe-se à crise ambiental causada pelo desenvolvimento tecnológico, que
levou ao aumento da população humana e ao uso não-sustentável dos recursos
naturais. A exploração inadequada da natureza vem provocando a extinção de
grande número de espécies, nos diferentes ecossistemas da Terra, em especial
nos países em desenvolvimento situados em regiões tropicais, onde – por muitas
razões, entre elas o clima se encontra a maior biodiversidade. A perda e a
fragmentação de hábitats são hoje as causas mais comuns dessas extinções. A
perda de hábitats elimina espécies com distribuições restritas, enquanto a fragmentação
impede que espécies de maior porte, que precisam de espaços maiores ou
distribuem-se de modo mais esparso, consigam manter populações estáveis em
fragmentos pequenos.
Fonte: Marini-Filho, O. J. & Martins, R. P. Teoria de metapopulações. Ciência Hoje,vol. 27, 166, p. 22-29.
Fundamentos
da biologia da conservação
1. A diversidade de
organismos é positiva:
A nossa predisposição a
diversidade pode ter uma explicação evolutiva, ao buscar uma diversidade de
animais e vegetais para caça e coleta respectivamente, o homem primitivo
protegeu sua descendência da extinção em tempos de catástrofes naturais, quando
havia escassez de diversas fontes de alimentos.
2. A extinção prematura de
populações e espécies é negativa:
Naturalmente durante a
evolução do nosso planeta, muitas espécies foram extintas por processos
naturais, e outras a partir daí evoluíram e deram origem a novas espécies.
Porém este equilíbrio foi quebrado quando o homem começou a alterar
significativamente o meio ambiente expandindo seus domínios e caçando
maciçamente algumas espécies, até levá-las a extinção.
3. A complexidade ecológica é positiva:
A coevolução é um fenômeno ecológico que Só acontece na natureza, dentro de um ecossistema onde comunidades de animais ou plantas interagem de tal forma em relações de predador-presa, parasitismo, ou simbiose, que as obriga a evoluir, ou co-evoluir, formando novas espécies.
4. A evolução é positiva:
5. A diversidade biológica tem valor em si:
Independente do valor econômico que o homem possa dar a algumas espécies, o verdadeiro valor de qualquer espécie está na sua própria existência, na história evolutiva e na sua função ecológica que ocupa.
Fonte: http://biologiasilvestre.blogspot.com.br/p/fundamentos-da-biologia-da-conservacao.html
Causas
de extinção
Destruição
de habitats; Espécies exóticas;
Fragmentação de habitats; Superexploração de recursos; Alteração de habitats;
Disseminação de doenças;
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