terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Unicelulares eucariontes

Revejam o vídeo sobre eucariontes unicelulares que apresentei em sala


Medicamentos biológicos



Um medicamento biológico difere dos convencionais por ser produzidos em células vivas. Alguns desses medicamentos são anticorpos monoclonais usados no tratamento de doenças autoimunes. Estes medicamentos são fabricados a partir de células vivas. Estas precisam permanecer sob condições de temperatura específicas e com alimentação na hora e quantidade certa durante semanas ou até meses. É um procedimento que difere do empregado na produção química convencional. O que encarece demasiadamente o valor deste tipo de remédio. Agora o Brasil já pode produzir um remédio biológico 100% nacional (O Etanercepte, que trata de artrite reumatoide e outras doenças crônicas que afetam as articulações), o que deve baratear em 50% o valor do medicamento se comparado ao importado.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/saude/medicamentos-biologicos-cara-aposta-da-industria-farmaceutica-6138967#ixzz2LNQBpQXA
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Vídeos sobre problemas respiratórios

Esses vídeos ilustram alguns problemas respiratórios:

FIBROSE CÍSTICA



ENFISEMA



SINUSITE



RINITE



ASMA




sábado, 16 de fevereiro de 2013

O mundo do RNA



O DNA é a molécula que guarda a informação da vida conhecida. Mas será que sempre foi assim?

É muito improvável que a primeira molécula replicadora tenha sido a nossa biomolécula guardiã de informação. James Watson, em DNA - O segredo da vida, fala do problema ovo-ou-galinha da origem da vida em relação ao DNA como primeiro replicador da informação hereditária. Como assim?

"O DNA não é capaz de formar a si próprio; proteínas são necessárias para tal. Mas então, o que veio antes? As proteínas, que não possuem nenhum meio conhecido de duplicar informações, ou o DNA, que pode duplicar informações, mas apenas na presença de proteínas? O problema era insolúvel: não pode haver DNA sem sem proteínas nem proteínas sem DNA".

Foi, então, a partir do momento que conhecemos as diferentes facetas do RNA, que se presentou uma provável solução. Sabemos que o RNA é capaz de guardar informação (alguns vírus tem essa molécula como genoma), pode originar DNA (veja o caso dos retrovírus, como o HIV), pode apresentar atividade catalítica (confira as ribozimas e o splicing pós-transcricional, por exemplo) e é a fonte de informação ativa na construção da proteína (a tradução é feita pela cooperação de RNAs transportadores, ribossômicos e mensageiros). Ou seja, o RNA pode ter sido o ovo e a galinha ao mesmo tempo na sopa primordial do início do Pré-Cambriano, em um Mundo de RNA.

Mas, daí a uma outra questão: se o RNA é essa coisa toda, por que não o temos como molécula mantenedora da informação genética passiva?

Acontece que a natureza favoreceu uma molécula mais estável com a função de guardiã da informação genética (nada mais justo na garantia de perpetuação de uma mensagem preciosa), portanto, na luta pela existência, acabou se mantendo o DNA como fonte passiva e replicadora da informação na matéria viva, Já que o DNA é mais estável que o RNA.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

O aparecimento do gás oxigênio na atmosfera


Michael Benton, em seu livro História da vida, traz uma hipótese interessante sobre de onde veio o primeiro oxigênio atmosférico:

Segundo David Catling, micro-organismos metanogênicos acrescentaram muito metano na atmosfera no início do Pré-Cambriano, criando um efeito estufa abrasador. Conforme o nível desse gás aumentava, a temperatura se elevava e o hidrogênio se difundia para o espaço, não havendo hidrogênio para se combinar ao oxigênio livre para formar água. Portanto, o oxigênio excedente inundou a atmosfera em forma de gás.

CONSTRUINDO CLADOGRAMAS

Um excelente material produzido por Sônia Lopes sobre a construção de cladogramas. Clique na imagem abaixo e confira. É bem didático!