quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

O QUE CAIU NO ENEM (A PARTIR DE 2009)



Desde 2009, as avaliações de ciências da natureza e suas tecnologias possuem 45 questões. A partir daí, a biologia vem sendo abordada com destaque nas provas, somando quase metade das questões dessa seção. Fiz uma superficial avaliação sobre os temas de biologia tratados nas três últimas provas e a apresento para vocês darem uma olhadinha ajustando melhor o foco dos seus estudos.





Caso queiram dar alguma sugestão sobre novas avaliações que possa fazer sobre o ENEM, basta mandar por meio de um comentário.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

SISTEMA DIGESTÓRIO

Baixe os slides utilizados em sala sobre o sistema digestório humano, basta clicar na imagem acima.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

ESPÉCIE?



Não há dúvidas que seria mais confortável aceitar o conceito biológico de espécie proposto por Ernest Mayr em 1942: um pool gênico, um grupo de populações que podem cruzar entre si, mas são incapazes de intercruzar com outras. Todavia, a biodiversidade invariavelmente não se enquadra nos cômodos conceitos que inventamos. A vida é repleta de variações e peculiaridades que inviabilizam nossas unanimidades.
Não se assustem. Atualmente existem pelo menos 26 conceitos publicados para tentar definir espécie.
Em meados do século XVIII, Linnaeus defendia esse táxon como um grupo de organismos dotados de certas características estruturais típicas, ausentes em outras espécies. Um conceito também bastante convidativo.
Darwin entendia o termo espécie como um conceito arbitrário, cunhado apenas por mera conveniência, para designar um grupo de indivíduos muito semelhantes entre si, já que as espécies nunca foram entidades fixas. Elas evoluem.
O conceito de Mayr é o modelo padrão dos livros-texto de biologia. Entretanto, um olhar mais acurado coloca em xeque essa definição: existem espécies que apesar de relativamente distintas, intercruzam regularmente; há populações tão isoladas que o sexo entre elas é pouco frequente; ocorrem espécies que não apresentam sexo. E aí? Como ficamos? Sem contar com a dificuldade de enquadrar os micro-organismos, principalmente arqueas e bactérias, nessa ideia de espécie.
Existe uma tentativa de criar um conceito filogenético, que substitui o fator sexo pelo pensamento de ancestralidade comum. Organismos aparentados compartilham características porque compartilham de um mesmo ancestral. Legal, né? Há controvérsias. Alguns estudiosos dizem que essa classificação irá promover um aumento absurdo no número de espécies.
A vida de um sistemata não é fácil. Mas é por essas e outras que a biologia se caracteriza como uma ciência dinâmica, rica e solícita à evolução. Que tal contribuir com a construção (ou desconstrução) de seus conhecimentos?

Fonte: ZIMMER, C. O que é uma espécie? Scientific American Brasil. Ano 6, No 74, Julho de 2008. (Adaptação nossa)

sábado, 19 de novembro de 2011

PROJETO GENOMA HUMANO


Iniciado oficialmente em 1990, o Projeto Genoma Humano (PGH) tinha como objetivos identificar todos os genes humanos, determinar a sequência dos 3,3 bilhões de pares de bases nitrogenadas do nosso DNA, criar  um banco de dados com essas informações, desenvolver e melhorar ferramentas para análise de dados do material genético e abordar as questões éticas e legais que podem surgir a partir do projeto.


Em junho de 2000, o presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, e o primeiro ministro britânico, Tony Blair, anunciaram que o genoma humano foi decifrado. Sabe-se que ainda havia algumas lacunas, que foram preenchidas somente em 2003, quando consideramos que o nosso genoma foi completamente decodificado.


O conhecimento sobre o genoma e os efeitos das variações do DNA entre os indivíduos pode levar a formas revolucionárias de diagnosticar, tratar e prevenir milhares de doenças que nos afetam, além de fornecer pistas para a compreensão da biologia humana.


É importante ressaltar que o genoma de muitos micro-organismos, plantas e animais foram e estão sendo sequenciados em seus respectivos projetos genoma. Fato deveras significativo para a compreensão de suas capacidades naturais, que podem ser aplicadas para resolver desafios em saúde,agricultura, produção de energia, recuperação ambiental e sequestro de carbono.


Fontes:
http://www.ornl.gov/sci/techresources/Human_Genome/project/about.shtml

Oliveira, F. Engenharia genética: o sétimo dia da criação. São Paulo: Moderna, 2004.