segunda-feira, 3 de maio de 2010

QUAL É A DIFERENÇA...

... ENTRE O CROCODILO E O JACARÉ?

As mais significativas são que os crocodilos possuem escamas do ventre com poros glandulares, dentes superiores alinhados com os inferiores, cabeça afilada e o quarto dente de cada lado do maxilar inferior é bem maior que os outros e aparece mesmo com a boca fechada. No caso dos jacarés, apresentam cabeça larga e arredondada, escamas do ventre sem poros glandulares, dentes superiores desalinhados com os inferiores.

Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/mundoanimal/pergunta_285970.shtml

Jacaré (Família Alligatoridae)


Crocodilo (Família Crocodilidae)

... ENTRE A COBRA-CEGA E A COBRA-DE-DUAS-CABEÇAS?

Também chamada de cecília, a cobra-cega é um anfíbio da Ordem Gymnophiona ou Apoda. A cobra-de-duas-cabeças é um réptil Squamata Amphisbaenia. Portanto, entre esses dois animais existem as diferenças típicas observadas entre anfíbios e répteis.

Fonte: Pough, F. H. et al. A vida dos vertebrados. São Paulo: Atheneu, 2008.

Cecília


Cobra-de-duas-cabeças



... ENTRE A TARTARUGA, O CÁGADO E O JABUTI?

As tartarugas são todos os répteis quelônios não classificados como cágados ou jabutis. As tartarugas podem ser tanto marinhas como de água doce. Elas têm o casco mais alto que o dos cágados. Outra diferença importante é que as tartarugas não dobram o pescoço para o lado ao recolhê-lo para dentro do casco, como fazem os cágados.
O cágado distingue-se do jabuti por ser um quelônio de água doce e não terrestre. Já as diferenças em relação às tartarugas são sutis. Os cágados possuem casco mais achatado e têm o pescoço mais longo.
O jabuti é o único entre esses três tipos de quelônio que vive exclusivamente na terra. Ele também pode ser facilmente identificado pelo casco alto e pelas patas traseiras em formato cilíndrico, que lembram as de um elefante.

Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/mundoanimal/pergunta_286278.shtml

Tartaruga


Cágado


Jabuti


... ENTRE A SERPENTE E A COBRA?

Na verdade, a cobra é um tipo de serpente da Família Elapidae. O termo "cobra" é utilizado apenas para um tipo de serpente, as Najas da África e Ásia. Da mesma forma que os portugueses, na época do "descobrimento", deram o nome de "índios" aos nativos aqui encontrados, pois acreditavam ter chegado à Índia, também atribuíram nome de "cobra" às serpentes, acreditando se tratar das verdadeiras cobras (Naja da Índia). Aqui no Brasil não é errado utilizar o termo "cobra", porém, no do mundo, é recomendável utilizar o termo "serpente", para evitar qualquer desentendimento.

Fonte: http://www.saudeanimal.com.br/serpentes.htm

Naja

domingo, 2 de maio de 2010

LISTA DE EXERCÍCIOS

Em 19 de março, resolvi uma lista de exercícios dentro do projeto de "PROGRAMAÇÃO PARALELA (PP)" do Colégio Motiva-JP. Nesse material estão questões dos mais diversos assuntos das Ciências da Vida. Alguns de meus caros alunos me pediram para postá-la no blog. Taí, bons estudos.

Lista PP 19/03/10

GABARITO:
1) A
2) C
3) C
4) C
5) FFVFV
6) A e C
7) B
8) C
9) VFVFV
10) E
11) A
12) C
13) E
14) A
15) C

segunda-feira, 26 de abril de 2010

BACTÉRIA TEM NÚCLEO?

Categoricamente, NÃO. Segundo Cooper, "a presença do núcleo é a principal característica que distingue as células eucarióticas das procarióticas", sendo esta "a maior e mais proeminente organela das células eucarióticas"(2001, p. 339). Amabis afirma claramente que as bactérias, seres procarióticos, não tem estruturas membranosas no citoplasma e nem núcleo; o material genético se concentra em uma região chamada nucleoide (2009, p.135). Assim como não se concebe uma casa sem teto nem telhado, não existe núcleo sem um invólucro, a carioteca. É este envelope, composto de duas membranas e poros, que compartimenta quase todo o DNA da célula eucariótica, definindo o núcleo.

Esse notável componente subcelular tem, conforme Cooper, as seguintes atribuições:

[...] Por abrigar o genoma da célula, o núcleo serve como depósito da informação genética e como centro de controle celular. A replicação do DNA, a transcrição e o processamento do RNA ocorrem dentro do núcleo [...] (2001, p.339)

Confira a ultraestrutura de uma célula procariótica e uma eucariótica para afastar de vez qualquer dúvida (é importante salientar que as imagens não estão com tamanhos proporcionais):





Bibliografia:

Amabis, J. M.; Martho, G. R. Biologia das células. São Paulo: Moderna, 2009.

Cooper, G. M. A célula: uma abordagem molecular. Porto Alegre: Artmed, 2001.

domingo, 21 de março de 2010

FILO PLATYHELMINTHES


Pessoal, taí os slides apresentados na aula sobre os platelmintos.



BIODIVERSIDADE




A Assembleia Geral das Nações Unidas declarou 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade. Escolha oportuna devido aos múltiplos temas urgentes que estão relacionados e serão apreciados durante essa celebração, como redução do consumo, reaproveitamento, reciclagem, mudanças climáticas, agroecologia, fontes alternativas de energia, biopirataria, criação de unidades de conservação e a questão da introdução de espécies invasoras, só para citar alguns. Tudo isso sob a ótica do desenvolvimento sustentável.
Diante da importância e complexidade do assunto, temos um sério compromisso com a divulgação de informações sobre a necessidade de se preservar a diversidade biológica e a respeito de como agir nesse sentido. Nós, brasileiros, assumimos uma responsabilidade extra, pois possuímos, em nosso território, um quinto de todas as espécies do planeta e fomos os anfitriões da Cúpula da Terra, que aconteceu 1992, no Rio de Janeiro, na qual foi elaborada a Convenção Sobre a Diversidade Biológica. Documento que apresenta as diretrizes acerca das ações que as nações devem realizar para conservar as espécies de modo a garantir condições dignas para a sobrevivência das futuras gerações.
Para o cidadão comum, às vezes, fica difícil saber como se pode agir para contribuir positivamente com tão intricado eixo temático. Entretanto, devo dizer que uma pessoa responsável já faz muito, várias vezes sem perceber, para vivermos em um ambiente mais harmonioso. Quem não cai na tentação do consumo sem motivo e não é adepto da cultura do desperdício, por exemplo, já colabora significativamente para diminuir a extração de recursos da natureza, preservando assim, as paisagens naturais e todos os seres que as compõem e as mantém em equilíbrio.
A biodiversidade resguardada é fonte de alimento, combustível e fibras; favorece a purificação do ar, degradação de resíduos e ciclagem de nutrientes; modera inundações, secas, temperaturas extremas e a força dos ventos; possibilita a existência de vários modos de polinização das plantas, o controle de pragas e doenças; mantém um patrimônio genético que pode nos fornecer medicamentos e outros produtos, além dos benefícios culturais e estéticos.
Quem não se sente bem quando em contato mais íntimo com a natureza? Se refletíssemos um pouco, perceberíamos o quanto é renovador um banho de mar ou de rio, como é alentadora uma caminhada em uma trilha na mata e quão divertido é o hábito dos animais. É fato, a natureza nos torna plenos de felicidade. Motivo mais do que suficiente para protegê-la. Viva a biodiversidade!

segunda-feira, 1 de março de 2010

A TEIA


Certa vez escutei que não se combate a seca, convive-se com ela. A seca é um evento cíclico natural da região semiárida do Norteste e do norte de Minas Gerais. Portanto, só poderíamos combatê-la quando conseguíssemos controlar o dinâmico clima do planeta (acho isso difícil para breve). Enquanto isso, vamos buscando alternativas para melhorar as condições de vida do sertanejo. Nesse contexto, achei muito pertinente a pesquisa feita por cientistas da Academia Chinesa de Ciências sobre a teia da aranha Uloborus walckenaerius.

Os pesquisadores estão desenvolvendo uma rede com base na arquitetura da teia da aranha. Essa teia, além de forte, é capaz de reter a umidade do ar e canalizar a água captada para "reservatórios" presentes nas articulações da trama. A tecnologia em elaboração pode nos fornecer uma alternativa para driblar a falta de água nos períodos de estiagem do sertão.Outra aplicação possível é no caso da poluição água disponível em estado líquido. Poderíamos captar água limpa do orvalho da névoa.

A Assembleia Geral das Nações Unidas declarou 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade. Por conseguinte, a divulgação sobre a importância da preservação da diversidade biológica é uma das metas para o período. Imaginem se essa aranha estivesse extinta. Talvez os estudiosos chineses não fossem inspirados a elaborar tal malha e, desse modo, teríamos uma possibilidade a menos para a aquisição de água potável. Viva a biodiversidade!

Fonte:

Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u689229.shtml
Acesso em: 01/03/10.